Escolha o carro ideal para si!

quarta-feira, 11 de abril de 2018 KBB fgilauto google

Num mercado onde existem, literalmente, milhares de possibilidades, entre veículos usados, novos, alugados, a gasolina, a diesel, híbridos, desportivos, carrinhas, utilitários, monovolumes, SUV ou descapotáveis, pode ser complicado fazer a escolha certa. É por isso que o primeiro passo deve ser sempre pensar naquilo que realmente precisa e avaliar bem a sua situação financeira, profissional e familiar. 

O que escolher?

No caso de ser o primeiro carro, é sem dúvida aconselhável algo no setor dos citadinos compactos ou veículos utilitários. Para além de simples e fáceis de conduzir, são geralmente mais baratos de manter e reparar, caso tenha algum acidente. Tem filhos, ou planeia criar família num futuro próximo? Precisa de espaço para passageiros e bagagens? Neste caso pode optar por um espaçoso monovolume, ou um SUV se não se importar de sacrificar algum espaço por performance. Dá prioridade à experiência pura de condução, ou prefere o conforto e conveniência da tecnologia de ponta? Se o seu plano é atacar as curvas com firmeza, nada melhor que um desportivo/coupé ou cabrio. Nestes casos deve perguntar-se: tem garagem? Pelo seu valor e eventual fragilidade, os desportivos, principalmente os descapotáveis, merecem um abrigo especial.

De seguida, deve perceber se lhe compensa comprar um carro novo, usado ou fazer um contrato de leasing. Depois, precisa de perceber se o seu estilo de vida requer transporte constante de carga, seja por querer abrir um negócio, por praticar desporto ou por ser músico, por exemplo. Para estes casos, uma carrinha será o ideal, ou então um monovolume, se quiser levar a banda/equipa inteira.

Gasolina, gasóleo, híbrido ou elétrico?

A próxima questão é o tipo de combustível a escolher: Apesar do litro de gasóleo ser mais barato, isso não quer dizer que um carro a diesel seja a escolha mais barata. O preço de custo dos carros a diesel é mais elevado, tal como o custo de manutenções e impostos e a tendência é para piorar, com vários fabricantes a planearem o fim das suas gamas diesel para breve, devido aos elevados níveis de poluição gerados por estes motores. Além dos custos, os motores a gasóleo requerem mais rodagem do que um motor a gasolina, pelo que o facto de serem usados diariamente apenas para curtas deslocações em cidade, pode comprometer a saúde do motor.

Por outro lado, se o seu quotidiano envolve longas distâncias e transporte de cargas, o diesel pode ser um bom companheiro, com os regimes do motor a favorecerem a força e facilidade de condução. Para quem procura uma alternativa aos combustíveis fósseis tradicionais, existe uma terceira opção cada vez mais pertinente: os veículos híbridos e elétricos, amigos do ambiente, silenciosos e com autonomias perfeitamente aceitáveis para um uso regular citadino.

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